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Manual para a saúde da mulher: exames periódicos, doenças e mais

Não é novidade que as mulheres se cuidam mais do que os homens. Mas, para muitas, com a rotina tão corrida, dividida entre a casa e os filhos e todas as preocupações com o trabalho, não é difícil que essa questão fique em segundo plano.

Só que não dá para brincar com a saúde da mulher: é preciso ter informação sobre os principais exames para cada faixa de idade e, também, sobre as doenças mais comuns, inclusive aquelas causadas pelo estresse. Dessa maneira, dá para focar a prevenção e viver melhor.

Quer entender a importância de as mulheres terem mais atenção com a saúde? Então, não perca este post e fique por dentro dos exames que devem ser feitos periodicamente e das principais doenças que podem atingir o grupo feminino. Venha com a gente e entenda como se cuidar!

Importância da rotina de saúde para a mulher

São tantas coisas para fazer no dia a dia que, muitas vezes, parece que não sobra tempo para marcar a consulta médica de check-up, certo? Essa é uma situação comum; só que, quando o assunto é saúde da mulher, não dá para descuidar.

Isso, porque há diversas doenças que podem surgir de forma silenciosa — ou seja, você continua sua rotina e nem desconfia de nada. Então, é preciso ter o compromisso de realizar os exames indicados para cada faixa etária. 

Essa é uma medida importante para detectar problemas de saúde, inclusive o câncer, em seu estágio inicial, facilitando o tratamento e aumentando as chances de cura.

Além disso, o acompanhamento médico constante da mulher vai garantir qualidade de vida mesmo com as mudanças hormonais que ocorrem com a idade, além de prevenir problemas ósseos ou, ainda, no sistema reprodutor feminino.

Por isso, as consultas anuais ao ginecologista devem fazer parte da agenda de cuidados de saúde da mulher, especialmente depois da primeira relação sexual.

Orientação de rotina saudável

O médico, além de prescrever medicamentos e exames (laboratoriais e de imagem), vai orientar sobre a necessidade de adotar hábitos saudáveis, para que a mulher foque a prevenção e viva melhor, como:

  • ter uma alimentação equilibrada, priorizando verduras, legumes e frutas e controlando o consumo de açúcar, alimentos gordurosos e industrializados;
  • incluir a prática regular da atividade física no dia a dia para melhorar o condicionamento, controlar ou reduzir o peso e proteger a saúde do coração.

Em relação ao exercício físico, é preciso ter em mente que o ideal é escolher uma prática que traga prazer, para que essa atividade não seja forçada. Se você gosta de caminhar, por exemplo, invista nisso. Desse modo, se motiva para que esse "projeto saúde" tenha bons resultados.

Exames que toda mulher deve fazer periodicamente

Buscar ajuda médica para fazer o check-up anual é imprescindível para cuidar da saúde da mulher. Porém, quais exames precisam ser feitos? O que eles detectam e como é cada procedimento? Tire suas dúvidas a seguir!

Hemograma

O hemograma é feito com a coleta de uma amostra de sangue e tem o objetivo de avaliar seus nutrientes e compostos. Dependendo das taxas encontradas, é possível identificar uma infecção ou anemia.

Glicemia

A amostra de sangue também é utilizada para investigar a taxa de glicemia. O exame é realizado em jejum e vai apontar a taxa de açúcar no sangue, fundamental para detectar e controlar o diabetes. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 8% das mulheres no mundo sofrem com essa doença crônica.

Colesterol

Para a saúde da mulher, é importante também acompanhar os níveis de colesterol, a fim de evitar problemas de coração. É um exame que aponta as taxas de gordura do sangue, como:

  • HDL — colesterol bom;
  • LDL — colesterol ruim.

Papanicolau

Também chamado de citologia oncótica, o papanicolau é um exame que deve ser realizado anualmente pelas mulheres. O ginecologista faz a coleta, com uma espátula, de células da parede vaginal e do colo do útero, e essa amostra é avaliada em laboratório.

O procedimento aponta infecções, que podem ser causadas por fungos, herpes, verrugas e outras alterações. É muito importante para prevenir e detectar precocemente o câncer do colo do útero.

Mamografia

É um exame de imagem feito com o mamógrafo e que analisa as estruturas do tecido mamário, com o intuito de apontar alterações ou lesões que podem indicar o câncer de mama.

O procedimento é rápido e indolor, sendo que é feita uma pequena pressão das mamas para captar as imagens. O laudo leva em conta a escala BI-RADS, composta por categorias que variam de um resultado normal a tumor benigno ou maligno.

O Instituto Nacional de Câncer (Inca) recomenda realizar a mamografia entre os 50 e 69 anos a cada dois anos, se não houver alterações. 

No caso de mulheres mais jovens e com histórico de câncer de mama na família, é preciso seguir a orientação médica: iniciar a realização desse exame antes do padrão e fazê-lo anualmente. Muitas vezes, ainda há necessidade de complementação da análise por meio de ultrassom de mamas.

Ultrassom das mamas

É um exame que apresenta imagens de tecidos e alterações das mamas, sendo um procedimento rápido e indolor. É utilizado para detectar o câncer de mama para complementar ou tirar alguma dúvida que possa ter surgido com o resultado da mamografia.

É indicado para pacientes mais jovens que tenham mamas mais densas e casos de câncer de mama na família. É que, para essas mulheres, somente a mamografia pode não ser suficiente. O exame pode ainda ser recomendado na fase da menopausa também para mulheres com mamas mais densas.

Ultrassom transvaginal

A ecografia transvaginal é utilizada para obtenção de uma imagem detalhada dos órgãos reprodutores femininos, como útero, colo do útero, ovários e tubas uterinas. Assim, é realizado para fazer o diagnóstico de diversos problemas, como infecções, cistos, miomas, endometriose, gravidez ectópica e até tumores nos ovários.

Esse ultrassom é utilizado, ainda, para confirmar uma gravidez em seu início e, também, para acompanhar tratamentos de fertilização.

Densitometria óssea

A densitometria óssea mede a densidade mineral dos ossos de acordo com a concentração de cálcio. Dessa forma, é importante para indicar a osteoporose, mesmo em estágios iniciais.

O exame é rápido e avalia algumas áreas do corpo que têm maior risco de sofrer fraturas, como a coluna lombar e os fêmures. É recomendado para mulheres acima de 65 anos e aquelas que estão na fase de pós-menopausa.

Doenças a que as mulheres devem ter atenção

Agora que você já conferiu a lista dos principais exames para a manutenção da saúde da mulher, precisa saber, também, quais doenças podem atingir mais esse público. Acompanhe a seguir.

Corrimento vaginal

Antes de falar de quando se preocupar com o corrimento vaginal, precisamos esclarecer que as mulheres têm uma secreção vaginal natural e que varia de intensidade segundo a fase do ciclo menstrual. Isso não representa nenhum problema.

É preciso ter atenção, isso sim, quando essa secreção está associada a questões inflamatórias e infecciosas. Nesses casos, o fluxo pode ser acompanhado de coceira, desconforto pélvico, mau cheiro e, até mesmo, ardor na hora de urinar.

São quadros que podem ser causados por um desequilíbrio da flora vaginal, o que dá origem a um excesso de bactérias na região. Assim, o tratamento é feito com antibióticos.

Candidíase

Doença de que muitas mulheres já ouviram falar: a candidíase também pode ser decorrente de um fungo. Ela é reconhecida por um corrimento branco, que se assemelha a leite coalhado, e, ainda, vermelhidão na região, sendo que o tratamento é feito com antifúngicos em forma de creme vaginal ou oral.

A candidíase pode ser prevenida com uma higiene íntima adequada, uso de calcinhas de algodão e de roupas mais leves e soltas.

Por fim, há casos de corrimento vaginal decorrente da tricomoníase, uma infecção causada por um protozoário, sendo que o contágio ocorre por relação sexual sem proteção. O tratamento é feito com medicamentos via oral.

Alergias na região vaginal

Coceiras — acompanhadas ou não de secreção — podem ser sinal de alguma alergia na vagina. Muitas vezes, ela some após alguns dias. Quando persiste, porém, é preciso procurar o médico, que recomendará o uso de cremes no local para conter o incômodo.

Essa situação pode ser causada por bactérias e fungos, como explicamos no tópico anterior, mas pode ser, também, consequência do uso de absorvente interno, desodorantes ou sabonetes íntimos, depilação, tecido da roupa íntima e até uma reação ao látex do preservativo.

Câncer de mama

O câncer de mama é o segundo tipo de tumor que mais atinge as mulheres, representando cerca de 20,9% de todos os casos que acometem esse grupo, segundo o Inca. Para 2020, a estimativa é de 66.280 novos diagnósticos da doença.

Ele ocorre quando há uma multiplicação desordenada das células da mama, gerando, assim, células anormais, que dão origem ao tumor. Muita gente não sabe, mas há diferentes tipos de câncer de mama, que variam conforme:

  • o local onde se originou;
  • a velocidade da sua evolução;
  • a extensão;
  • a presença de receptores hormonais.

Sintomas

Entender quais são os sintomas da doença é essencial para a saúde da mulher. Os principais sinais que devem servir de alerta ao câncer de mama são:

  • caroço na mama duro, fixo e indolor;
  • alterações no bico do peito;
  • pele da mama com aspecto diferente, lembrando casca de laranja;
  • saída de líquido dos mamilos;
  • pequenos nódulos que podem surgir no pescoço e axila.

O tratamento varia de acordo com o tipo de tumor e condição de saúde da mulher e pode ser feito com:

  • cirurgia;
  • quimioterapia;
  • radioterapia;
  • hormonioterapia;
  • imunoterapia.

Apesar do grande número de casos, com a realização de exames preventivos, como o autoexame das mamas e a mamografia, é possível detectar a doença em seus estágios iniciais, aumentando as chances de cura. Aliás, a conscientização feita no Outubro Rosa é sobre isso.

Câncer de colo de útero

O câncer de colo de útero — ou cervical — é outro tipo de tumor que merece a atenção das mulheres. A estimativa do Inca é de que, somente em 2020, surjam 16.590 novos casos da doença. Ele é causado pela infecção por algum dos tipos de HPV (papilomavírus humano).

Esse é um vírus comum de infecção genital, sendo que, muitas vezes, não leva a nenhuma alteração celular. No entanto, há casos em que essas alterações podem gerar o câncer de colo de útero, uma doença assintomática no início e de evolução lenta

Quando mais avançado, pode causar sangramento vaginal que vai e volta, secreção vaginal diferente do normal, além de dor abdominal com incômodos intestinais e urinários.

A boa notícia é que a realização frequente do exame de papanicolau permite a identificação da doença no seu início, sendo, nesse estágio, curável em todos os casos.

Prevenção

A prevenção do câncer de colo de útero envolve a prevenção contra o HPV, que pode ser feita com:

  • uso de preservativo na relação sexual;
  • vacina contra o HPV, que está no calendário vacinal para meninas de 9 a 14 anos e para meninos de 11 a 14 anos;
  • realização anual do exame de papanicolau.

Mioma uterino

O mioma uterino atinge pacientes em idade fértil, sendo que, em muitos casos, não apresenta sintomas. Trata-se de um tumor benigno que pode não ter complicação. Aparece no tecido liso do útero, podendo crescer dentro ou fora do órgão e evoluir de forma rápida ou lenta. Em alguns casos, some sozinho.

É um problema bastante comum, que acomete 80% das mulheres que estão em idade fértil, segundo a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo).

O tratamento, que pode ser clínico ou cirúrgico, precisa ser feito em situações que tragam prejuízos para a qualidade de vida da paciente, causando dores e muito sangramento (que pode levar à anemia) e até comprometendo a fertilidade.

Os principais sintomas do mioma uterino são:

  • muito sangramento uterino;
  • dor pélvica;
  • infertilidade;
  • cólicas mais fortes na menstruação;
  • ciclo menstrual alterado;
  • pressão em órgãos próximos, como a bexiga, levando à incontinência urinária;
  • dor durante a relação sexual.

Endometriose

O endométrio é o tecido que reveste o útero e que vai engrossando de espessura para ser eliminado na menstruação. Ele fica espesso para que ocorra a fixação do óvulo fecundado e desenvolvimento da gestação. Assim, quando a mulher não engravida no ciclo, ela menstrua, expulsando essa camada.

A endometriose ocorre quando esse tecido cresce de forma anormal para fora do útero, na cavidade abdominal, bexiga e ovários. O que ocorre é que essa parte que está fora do útero não é expelida na menstruação, gerando fortes dores para a mulher e comprometendo sua qualidade de vida.

Sintomas

Além dessas cólicas, a doença pode ter como sintomas:

  • sangramento menstrual intenso;
  • dor na relação sexual;
  • dor antes da menstruação;
  • dificuldade para engravidar;
  • infertilidade.

A endometriose não tem cura, e o tratamento depende das características da doença. É possível tomar anticoncepcionais ou se valer de outros métodos para suspender a menstruação. Em casos mais sérios, é recomendada a cirurgia para raspar o tecido que cresceu em órgãos fora do útero.

Varizes

Quando as mulheres pensam nas varizes, associam logo à questão estética, mas esse problema de má circulação sanguínea nas pernas traz outros incômodos, como inchaços, ardor, coceira e dores.

Em casos mais graves, ele pode desencadear úlceras e elevar o risco de trombose, que é a formação de coágulos. Desse modo, é necessário ficar de olho nesse problema, já que sua prevalência nas mulheres é maior do que nos homens.

As varizes são veias dilatadas e torcidas, que, como não conseguem fazer o sangue circular normalmente, acabam ficando deformadas. Podem ter causas hereditárias e hormonais ou ocorrer devido a má postura, sedentarismo, tabagismo ou, ainda, o avançar da idade.

O tratamento pode ser com cirurgia, uso de laser ou radiofrequência ou a escleroterapia, que é a aplicação de uma substância na área atingida.

Medidas de prevenção

As mulheres precisam modificar alguns hábitos no dia a dia para prevenir o aparecimento das varizes. Assim, é recomendado:

  • beber bastante água ao longo do dia;
  • não ficar muito tempo sentada ou de pé na mesma posição;
  • praticar exercício físico;
  • controlar o peso;
  • não fumar;
  • utilizar meias de compressão.

Infecção urinária

A infecção urinária é geralmente causada pela bactéria Escherichia Coli, que vive no intestino. É uma doença que atinge mais as mulheres devido à sua anatomia, com a uretra mais curta e localizada mais perto do ânus do que nos homens, o que favorece a entrada de microrganismos.

A doença pode atingir a uretra, a bexiga e, em casos mais graves, até os rins. Por isso, é fundamental ter atenção aos sintomas e aos métodos preventivos. A infecção urinária pode se manifestar com:

  • vontade frequente e urgente de urinar;
  • dor e ardor ao urinar;
  • febre;
  • dor na bexiga e nas costas;
  • sangue na urina.

Para prevenir a doença, o ideal é beber bastante água, ter cuidado na hora da higiene após evacuar (sempre limpando da frente para trás), não segurar a urina por muito tempo, trocar o absorvente com frequência e evitar roupas apertadas na região íntima.

O diagnóstico é feito com exame de urina, e o tratamento, com antibióticos.

Síndrome dos ovários policísticos (SOP)

A SOP é um distúrbio hormonal bastante comum caracterizado pela elevação da produção de hormônios masculinos, levando a um aumento do tamanho dos ovários com a formação de cistos pequenos em sua parte externa. Não existe uma causa bem definida para a doença, mas os médicos a associam a fatores ambientais e genéticos.

A síndrome pode levar a uma irregularidade na menstruação, que pode ser curta, ausente, intensa ou anormal. Outros sinais característicos são a acne e a pele mais oleosa. Mulheres com SOP podem notar, ainda, um aumento de peso, queda de cabelo, surgimento de pelos indesejados e, em alguns casos, até depressão.

O tratamento é feito com medicamentos, sendo o mais comum as pílulas anticoncepcionais, para regularizar os hormônios e a menstruação. Complementar essa medicação com uma dieta mais saudável e com a prática de atividade física garante resultados mais eficazes.

Osteoporose

Nosso organismo faz a absorção e renovação do tecido ósseo de um modo constante. Na osteoporose, há um desequilíbrio nesse processo, sendo que a criação de osso não acompanha a sua perda. Assim, ocorre uma redução da densidade óssea.

Os ossos, então, ficam mais frágeis e mais sujeitos a fraturas. A osteoporose começa silenciosa e acaba sendo detectada apenas quando ocorre uma fissura do tipo.

Fatores de risco

Com o envelhecimento, a formação de novas células ósseas diminui, deixando os ossos mais porosos. E essa condição pode atingir em cheio as mulheres depois da menopausa. Só que há outros fatores de risco, como:

  • sedentarismo;
  • tabagismo;
  • reduzida exposição ao sol;
  • histórico de osteoporose na família;
  • alimentação pobre em cálcio e vitamina D;
  • doenças hepáticas, endócrinas e reumatológicas.

A prevenção deve ser feita ao longo da vida, com exposição ao sol antes das 10h e depois das 16h sem proteção, para absorver vitamina D; consumo adequado de cálcio (com leite, queijos e iogurtes no cardápio) e prática de atividade física regular.

É importante que mulheres que estão na menopausa ou que tenham histórico de doença na família também façam a prevenção, realizando o exame de densitometria óssea de acordo com a recomendação médica.

A doença não tem cura, mas pode ser controlada com medicamentos e um estilo de vida mais saudável, principalmente com a adoção de exercícios físicos na rotina.

Depressão

Por último, é preciso falar, também, da saúde mental da mulher, visto que o grupo feminino é duas vezes mais propenso a desenvolver a depressão do que os homens. Essa é a conclusão de um estudo norte-americano. 

Assim, não dá para negligenciar esse quadro nem considerar que isso é frescura. Longe disso: estamos falando de um distúrbio que pode ser decorrente de fatores genéticos e hormonais aliados ao estresse.

Sintomas

Sabemos que a tensão no dia a dia faz parte da vida de muitas mulheres, que precisam cumprir múltiplas jornadas. Excesso de ansiedade e pressão na rotina podem impactar na saúde. Com isso, a depressão pode se manifestar com os sintomas:

  • tristeza constante;
  • pensamentos negativos;
  • alterações de apetite;
  • mudanças de humor;
  • baixa autoestima;
  • dificuldade de concentração;
  • falta de disposição;
  • dificuldade para dormir.

Por tudo isso, além de procurar ajuda médica e com psicólogos, é recomendado desacelerar a rotina, ter uma alimentação mais saudável e, de novo, praticar alguma atividade física. É que, quando nos exercitamos, o corpo libera hormônios que trazem mais disposição e bem-estar e melhoram o humor.

Fazer atividades para relaxar, como meditação; se dedicar a algum hobby e reservar um tempo para o lazer também são medidas recomendadas para cuidar da saúde mental.

É preciso ter um cuidado especial com a saúde da mulher, principalmente com a realização de check-up médico e dos exames preventivos. Muitas doenças têm um tratamento mais simples quando diagnosticadas precocemente. Esse, portanto, é um jeito simples de se manter saudável e ter qualidade de vida.

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Tópicos: Saúde feminina


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